Aluvião

Contudo cabe ao Homem, que tem o poder de manipular a natureza, não contrariar de forma drástica a ecologia dos lugares.
Apesar deste “aviso”, do aluvião de 93, continuou-se a construir sem planeamento e estudos prévios, com uma ocupação desregrada e em sítios que à partida, até a sabedoria popular os adivinha perigosos.
Esta forma de governar a cidade, que tem optado pela gestão do imediato e sem se preocupar muito com estratégias de longo prazo e úteis às gerações vindouras, pode vir a trazer muitos dissabores no futuro. A ver vamos.
Já alguém questionou se os responsáveis pela autorização de construções em zonas de protecção como as ribeiras, mesmo contra o PDM e contra pareceres técnicos, serão chamados a prestar contas se um dia um destes aluviões puser em perigo a vida dos moradores?