terça-feira, abril 25, 2006

Marbella


O editorial do DN aborda um tema incontornável no nosso país. Incontornável é uma maneira de dizer, porque na realidade, tem sido sem contornado e às claras.

Fica aqui apenas um excerto do texto completo.
O valor metafórico desta operação, para nós, portugueses, é grande porque ela representa em matéria de eficácia policial e judicial um patamar que jamais atingiremos nas próximas décadas. Ela evidencia uma realidade que não nos é estranha - branqueamento de dinheiro, corrupção, evasão fiscal, tráfico de influências, manipulação de concursos públicos e adjudicações de obras, tudo ligado à construção civil e especulação imobiliá- ria -, mas que as nossas estruturas judiciais, por falta de capacidade e de investimento político em meios técnicos e humanos, jamais atacarão.

11 Comments:

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4:07 da tarde  
Blogger Bruder said...

Numa terrinha como esta, onde quase toda a gente conhece toda a gente, e as virtudes levam sempre alfinetadas algum que outro vicio mal assumido, é difícil conviver pacificamente com o vizinho do lado, se não estas de acordo no clube, e no maldizer dos ódios comuns. Passar de tudo e de todos, aninhando os seus na toca familiar, deixando que as ondas vaiam e voltem num qualquer calhau, é praticamente impossível, pois, queiram ou não, isto é uma Ilha, e sempre se vem bater ao mesmo sítio. Talvez seja por isso, mas não só, que dia menos dia sempre acabaremos por encontrar cara – a – cara com aquele que mal procedeu, ou com a alma caridosa que vagueia entre a podridão. Um e outro, fazem parte da paisagem. Vem isto a propósito de um comentário e uma certeza, a saber, a de que um grupo de assessores brasileiros, por cá instalados discretamente, estão a dar uma mãozinha a todos aqueles que queiram emigrar, e montar tenda, lá para o Brasil.
Todos nós sabemos que as empresas, sobretudo as que incluem advogados, sempre farejam o que melhor lhes rende, e sendo a Madeira até agora, uma Ilha de emigrantes de pé-descalço, onde a maioria dos pobres madeirenses vão bater com os costados nas ilhas de Jersey, é natural que nos interroguemos afinal quem são os clientes de tal empresa.
Assim sendo, então quem anda ou se prepara para emigrar para o Brasil? Afinal o comentário que corre pela ilha de que os novos – ricos andam a comprar casa “ secundária” nas terras de Vera Cruz, e que discretamente levam as notas de quinhentos euros enroladas na cintura, faz supor que isto já deu, para esses parasitas e bajuladores, as uvas que tinha a dar, ou pelo menos querem por a resguardo a pilhagem do tempo das vacas gordas. Já o mesmo se passa com as construtores e algumas de prestação de serviços que “ emigraram” para o continente, e de lá olham o terreno minado que bem conhecem., a ver qual o número de amputados que ficará pelo caminho.
Se as listas dos caloteiros aqui na Região é tabu, então parece que é a altura do Fisco, e demais autoridades da Republica, em nome da solidariedade social, sobretudo pelos menos favorecidos, começar a rever os números, PATRIMÓNIO e sinais de riqueza exterior não só do que tem sido declarado, mas sobretudo os que deveriam ter sido, Que fujam para o Brasil, isso já é quase uma tradição para aqueles que se sentem temerosos com a justiça, mas que saibamos quem são, e qual o botim que carregam.

Post – scriptum (ao estilo do Grã mestre) _ Não me venham com a retórica, de que procedendo assim, estamos a ser “ marxistas”. Nos países do mundo ocidental, Europa incluída, fugir com dinheiros do fisco é crime. E feio. Ficar de um momento para outro insolvente, com a intenção de não se responsabilizar pelas acções e omissões, e haver tido como fim o enriquecimento ilícito,quase sempre se deduz um crime de falsificação documental, e burla.

6:56 da tarde  
Blogger Bruder said...

Policia e Justiça espanhola, a que distancia estás!

6:59 da tarde  
Blogger Rui Caetano said...

As entidades não atacarão por falta de meios? Cá para mim, por aquilo que tenho ouvido, neste lado do Atlântico e do outro, não atacarão porque há outro tipo de interferências, mais obscuras e mais rentáveis...!

10:39 da tarde  
Blogger Paulo Sempre said...

Pem pensado!!!
Abraço
Paulo

5:50 da tarde  
Blogger Rui Caetano said...

É o que temos na nossa terra.

1:32 da tarde  
Blogger Rui Caetano said...

O que eu sei é que com a Justiça a actuar na Madeira desta forma, o regabofe vai continuar sem olharem uma vez que seja para as questões da legalidade!

7:01 da tarde  

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